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Guia completo: o que é segurança de dados?

Saiba o que é segurança de dados e por que ela é importante. Explore serviços, soluções e métodos de proteção de segurança de dados para proteger informações confidenciais.

  • Visão geral
  • O que é segurança dos dados?
  • Segurança de dados vs. privacidade de dados
  • Tipos de segurança de dados
  • Por que a segurança de dados é importante?
  • Benefícios da segurança de dados
  • 4 riscos comuns à segurança dos dados
  • Estratégias de segurança de dados
  • Regulamentos e conformidade de segurança de dados
  • Como aumentar a segurança dos dados: 4 práticas recomendadas
  • Ferramentas e soluções de segurança de dados
  • Novas tendências de segurança de dados
  • Conclusão
  • Perguntas frequentes sobre segurança de dados
  • Clientes que usam o Snowflake
  • Recursos de governança e segurança

Visão geral

A segurança de dados é uma prática fundamental para proteger os ativos digitais durante todo o ciclo de vida deles, incluindo saber onde eles estão localizados, como são usados ou compartilhados e que riscos podem existir. O processo de segurança de dados é fundamental para prevenir o acesso não autorizado, manter a conformidade e garantir a continuidade dos negócios. A seguir, explicamos o processo e os tipos de segurança dos dados, bem como a importância e os riscos que eles têm.

O que é segurança dos dados?

A segurança de dados é um campo amplo, que engloba ativos digitais em ambientes físicos, digitais e na nuvem. Ela é parte da prática mais ampla de segurança da informação. O objetivo da segurança de dados é proteger as informações digitais de acesso não autorizado, corrupção, roubo ou perda. As ameaças comuns à segurança dos dados podem vir de fontes externas ou ter origem interna, incluindo ataques cibernéticos, hackers, malware, ransomware, ataques de phishing, erro humano, ameaças internas ou fraquezas tecnológicas. 

A segurança de dados inclui controles técnicos, como controles de acesso, firewalls e criptografia, e políticas organizacionais, como treinamento de segurança, planos de resposta a incidentes e políticas de classificação de dados. 

Elas parecem semelhantes, mas a segurança e a privacidade de dados são práticas separadas (ainda que relacionadas). Embora a segurança de dados concentre-se na proteção de dados confidenciais, a privacidade de dados determina como uma organização coleta, armazena, compartilha e usa seus dados.

Também é importante não confundir o termo com segurança cibernética. A segurança de dados faz parte do campo mais amplo da segurança cibernética, que protege sistemas, redes, nuvens ou instalações inteiras, e os dados são apenas uma parte disso.

Segurança de dados vs. privacidade de dados

Pense nos dados como informações confidenciais ou valiosas que existem em algum lugar (digital ou físico) e que devem ser mantidas seguras e acessadas apenas pelas pessoas certas. Vamos usar o exemplo simples de um gabinete de arquivos com informações confidenciais guardadas neles. Segurança de dados refere-se às fechaduras ou trancas do gabinete, protegendo as informações de acesso não autorizado, como roubo. A privacidade de dados refere-se a como esses arquivos foram obtidos, que pessoas têm as chaves do gabinete para abri-los e como podem usar os arquivos que estão lá guardados. 

Esse exemplo pode ser transferido para os dados do mundo digital, em computadores, servidores ou na nuvem. A segurança dos dados protege os ativos digitais, podendo incluir criptografia para tornar os dados ilegíveis, controle de acesso para restringir quem pode vê-los ou firewalls e software antivírus para bloquear agentes maliciosos. A privacidade de dados lida com o acesso e os controles dos dados, dando aos indivíduos direitos sobre como seus dados são usados, armazenados e compartilhados. A privacidade de dados baseia-se em diretrizes éticas e legais. Algumas das leis mais conhecidas e amplas incluem o Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD) da UE e a Lei de Privacidade do Consumidor da Califórnia (California Consumer Privacy Act, CCPA). Elas são as leis de privacidade de dados mais abrangentes sobre como os dados residentes podem ser tratados.

Tipos de segurança de dados

Diferentes tipos de estratégias de segurança de dados podem ser usados em diferentes ambientes. Esses recursos podem incluir, entre outros:

Criptografia

Criptografia é o processo de conversão de dados legíveis (texto simples) em um formato não legível e em código, chamado texto cifrado (ciphertext). Isso é feito usando um algoritmo matemático e uma chave secreta (como a chave que protege nosso gabinete com os arquivos confidenciais). Só alguém com a chave correta pode descriptografar os dados, tornando-os inúteis para usuários não autorizados, mesmo que eles consigam roubá-los. É um método indispensável para proteger os dados tanto quando estão armazenados quanto quando são transmitidos.

Mascaramento de dados

mascaramento de dados é uma técnica usada para proteger dados com algum nível de confidencialidade ao codificar ou ocultar os valores dos dados originais.  Isso pode incluir a criação de uma versão real, mas sintética, dos dados que substitua informações confidenciais, como números de cartão de crédito ou nomes, por dados estruturalmente similares, mas fictícios. O objetivo é fornecer um conjunto de dados útil para ambientes não produtivos, como testes de software ou treinamento de funcionários, sem expor informações reais e confidenciais. Isso ajuda a evitar vazamentos acidentais de dados e, ao mesmo tempo, permitir que o sistema funcione e seja testado.

Controle de acesso

O controle de acesso é a prática que regula quem pode acessar quais dados ou sistemas. Isso é feito em duas etapas: autenticação, que verifica a identidade do usuário por meio de uma senha ou dados biométricos, por exemplo; e autorização, que determina quais as permissões que o usuário verificado tem para fazer com os dados. O conceito de controle de acesso com privilégios mínimos significa que funcionários, contratados ou clientes recebem apenas o nível mínimo de acesso necessário para sua tarefa ou função, e nada mais.

Prevenção e detecção de intrusões

Um sistema de detecção de intrusões (intrusion detection system, IDS) monitora o tráfego da rede em busca de atividades suspeitas ou ameaças conhecidas. Quando o sistema encontra algo, ele envia um alerta para um administrador. Um sistema de prevenção de intrusões (intrusion prevention system, IPS) faz a mesma coisa, mas ele também pode intervir por meio de ações imediatas para bloquear a ameaça, como eliminar pacotes de rede maliciosos ou bloquear o endereço IP de origem, antes de causar qualquer dano.

Por que a segurança de dados é importante?

A segurança de dados é fundamental para organizações de todos os portes, sendo importante em muitos aspectos. Sua principal função é proteger dados confidenciais de todos os tipos de ameaças e de acesso não autorizado, seja de ataques externos, insiders maliciosos ou erros humanos. Com ferramentas como criptografia e controles de acesso, os processos de segurança de dados protegem os dados, como detalhes de pagamento do cliente, registros de saúde ou propriedade intelectual. 

Desenvolver e manter a confiança do cliente é outra função importante da segurança dos dados. A reputação de uma empresa muitas vezes está ligada à qualidade com que ela protege os dados que ela possui, o que pode dar à empresa uma vantagem competitiva, uma vez que pode significar que os clientes comprarão mais de uma empresa em que confiam. 

A segurança de dados também vai além de uma prática comercial: ela é uma necessidade jurídica. Um número crescente de regulamentações globais [incluindo o RGPD e a HIPAA (Lei de transferência e responsabilidade do setor de saúde)] exigem que as organizações implementem medidas de segurança específicas para proteger os dados dos consumidores.

São sérios os riscos de não conseguir implementar uma estratégia sólida de segurança de dados. Os prejuízos financeiros podem ser consideráveis, incluindo custos diretos de resposta a incidentes, taxas legais e multas regulatórias, além de qualquer perda de negócios ou operações decorrentes do tempo de inatividade. Quanto à reputação da empresa, uma violação de dados pode levar à atenção negativa da mídia e à perda de confiança do cliente, e com o tempo, as consequências financeiras de perder negócios podem ser mais sérias do que as penalidades financeiras iniciais. Uma proteção inadequada dos dados também pode levar a problemas jurídicos, incluindo ações judiciais de indivíduos afetados cujos dados foram comprometidos ou penalidades ou restrições de órgãos reguladores.

Benefícios da segurança de dados

Estas são algumas das principais vantagens da implementação de práticas sólidas de segurança de dados. 

1. Proteção contra violações

Uma boa estratégia de segurança de dados oferece uma forte defesa contra ataques e violações cibernéticas, protegendo informações confidenciais de acessos não autorizados e roubos.

2. Conformidade regulatória

As organizações devem implementar medidas rigorosas de segurança de dados para atender aos requisitos legais obrigatórios e aos padrões do setor, proteger os dados e evitar multas e penalidades caras.

3. Confiança do cliente e reputação da marca

Ao priorizar a segurança dos dados, uma empresa promove a confiança de seus clientes, melhorando a reputação da marca como uma entidade confiável e segura.

4. Continuidade operacional

Ataques cibernéticos ou outras violações podem causar interrupção operacional e perdas de negócios. No entanto, com segurança de dados eficaz, as empresas podem adotar medidas para garantir que os sistemas e os dados permaneçam disponíveis para que as operações continuem sem dificuldades.

5. Vantagem competitiva 

Novos clientes e parceiros serão mais atraídos por empresas que priorizam a segurança dos dados, e os clientes já existentes vão permanecer por mais tempo. Uma forte proteção dos dados de clientes diferencia as empresas dos concorrentes, trazendo um maior valor comercial. 

4 riscos comuns à segurança dos dados

Os procedimentos de segurança de dados apresentam riscos e vulnerabilidades que podem contribuir para uma série de impactos. Os riscos podem incluir, entre outros:

Ataques externos 

Invasores externos podem conseguir acesso não autorizado a dados confidenciais de uma organização ao explorar as vulnerabilidades do sistema por meio de phishing, malware ou outros meios.

Ameaças internas

Os riscos podem vir de dentro, sejam eles de agentes maliciosos, de insiders comprometidos ou de erros humanos. Funcionários, ex-funcionários, contratados ou outros parceiros com acesso autorizado podem expor dados confidenciais de forma intencional ou acidental, o que representa um risco significativo para a organização.

Perda e configuração incorreta de dados

Erros humanos também podem levar a uma perda generalizada de dados ou exposição não autorizada, como exclusões acidentais de arquivos ou configurações inadequadas de banco de dados.

Vulnerabilidade de aplicações

As organizações podem não estar cientes de que seus softwares e aplicativos possuem vulnerabilidades que os invasores podem explorar para contornar controles de segurança e comprometer os dados. 

Estratégias de segurança de dados

Proteger com sucesso dados confidenciais pode parecer complicado, mas a boa notícia é que as organizações têm à sua disposição muitas estratégias práticas para criar uma estrutura de segurança de dados resiliente.

Realizar avaliações de riscos com regularidade

As organizações podem identificar e priorizar a resolução de vulnerabilidades com avaliações regulares de riscos. Dessa forma, elas ajudam a garantir que os recursos de segurança estejam concentrados nas ameaças mais significativas à proteção e à conformidade de longo prazo.

Implementar controles de acesso com privilégios mínimos

Ao limitar o acesso do usuário autorizado apenas aos dados necessários para uma tarefa ou função, as organizações podem minimizar o risco de ameaças ou violações internas de dados (mal-intencionadas ou acidentais). Isso é fundamental para a segurança e a conformidade regulatória de longo prazo. 

Criptografar dados confidenciais em repouso e em trânsito

Quando armazenados ou em transmissão, os dados confidenciais podem ficar vulneráveis e em risco. Criptografá-los protege contra o acesso não autorizado, pois qualquer pessoa que obtiver os dados não poderá acessá-los sem uma chave. Prevenir o acesso não autorizado é um requisito fundamental para a conformidade regulatória e ajuda na proteção de dados a longo prazo, mesmo no caso de sistemas serem violados.

Implementar planos de recuperação e resposta a incidentes

Ao preparar planos detalhados de modo antecipado, as organizações podem responder de forma rápida e eficaz a um incidente de segurança. Essa preparação e resposta podem minimizar danos e permitir uma rápida restauração das atividades normais de negócios, garantindo resiliência operacional de longo prazo.

Integrar segurança dos dados às arquiteturas do sistema

A segurança deve ser incorporada diretamente ao design dos sistemas desde o início. Dessa forma, ela será um componente central, em vez de uma reflexão posterior. Criar um processo integrado de segurança de dados cria uma base mais sólida para a proteção e a conformidade de longo prazo.

Monitorar o comportamento do usuário e a atividade do sistema

O monitoramento contínuo ajuda uma organização a detectar atividades suspeitas. Isso possibilita respostas proativas a possíveis ameaças capazes de minimizar perdas e danos, desde aqueles de caráter legal, financeiro e de reputação. O monitoramento contínuo ajuda a reduzir o risco de violações significativas.

Regulamentos e conformidade de segurança de dados

Os regulamentos específicos do setor para conformidade com os padrões de segurança de dados não apenas orientam as organizações sobre o que elas precisam fazer, como também são obrigatórios por lei. A seguir estão alguns exemplos de regulamentos voltados para a privacidade, que fazem da segurança dos dados uma parte obrigatória das responsabilidades legais e operacionais de uma organização, exigindo transparência em como as organizações usam os dados pessoais e dando aos indivíduos o direito de controlar como esses dados são usados.

RGPD 

O RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados) é um dos regulamentos mais importantes do mundo em termos de privacidade e segurança de dados. Ele estabelece que qualquer organização que processe os dados pessoais de residentes da União Europeia deve cumprir as regras da UE sobre como proteger esses dados com medidas técnicas e organizacionais específicas. Ele também exige que as organizações forneçam aos usuários direitos relativos às suas informações, incluindo acesso e exclusão.

HIPAA 

A HIPAA (Lei de transferência e responsabilidade do setor de saúde) controla as entidades que lidam com as informações protegidas de saúde (protected health information, PHI), como os prestadores de serviços de saúde, mas também seus parceiros de negócios. A HIPAA Security Rule (regra de saúde) exige a implementação de proteções para garantir a confidencialidade, a integridade e a disponibilidade desses dados. Essas proteções são listadas como medidas administrativas, físicas e técnicas para proteger os dados confidenciais.

PCI DSS 

O padrão de segurança de dados do setor de cartões de pagamento se aplica às organizações que aceitam, armazenam, processam ou transmitem dados de detentores de cartões de crédito. A norma exige que as organizações mantenham uma rede segura, protejam os dados dos detentores do cartão e monitorem e testem regularmente seus sistemas de segurança.

CCPA 

A CCPA é outra regulamentação regional importante que as empresas da Califórnia, EUA, devem obedecer para cumprir determinados limites de receita, processamento ou compartilhamento de dados. Ela exige a implementação de segurança razoável para proteger as informações pessoais dos residentes do estado da Califórnia e dar a eles o direito de saber que informações estão sendo coletadas sobre eles, optar por não vendê-las ou solicitar a exclusão delas. 

Como aumentar a segurança dos dados: 4 práticas recomendadas

Embora existam regulamentos, riscos e vulnerabilidades em potencial na forma como as empresas protegem seus dados confidenciais, há muitas ações concretas e práticas recomendadas que podem ser implementadas para criar e manter a segurança dos dados. Esses recursos podem incluir, entre outros:

1. Conduzir avaliações de risco

A avaliação regular dos sistemas ajuda as organizações a se manterem proativas e a prevenir ataques cibernéticos ou violações de dados, ao lidarem com falhas de segurança ou vulnerabilidades identificadas. Elas podem realizar avaliações de risco ou testes de receptividade para ajudar a eliminar os pontos fracos da infraestrutura de TI.

2. Implementar controles de acesso e criptografia

Dados confidenciais podem ser protegidos ao limitar quem pode acessá-los, tanto ao impor restrições de acesso quanto ao criptografá-los. Isso cria uma camada fundamental de defesa para prevenir o roubo ou o uso indevido dos dados.

3. Monitorar sistemas e logs de auditoria

Monitorar constantemente atividades atípicas ou suspeitas e revisar logs do sistema permite que as organizações detectem e respondam a ameaças, ajudando a evitar que incidentes menores se tornem violações mais graves.

4. Treinar funcionários e impor políticas

As organizações podem exigir que os funcionários realizem módulos de treinamento que abordem tópicos de segurança cibernética que ajudam a prevenir ataques e violações de dados, como ataques de phishing, segurança de senha e criptografia de dados. Educar todas as equipes de pessoal sobre os requisitos de conformidade e sobre como reconhecer e lidar com riscos de segurança ajuda a reforçar práticas sólidas de segurança de dados.  

Ferramentas e soluções de segurança de dados

Muitos tipos de ferramentas de segurança de dados estão disponíveis para as organizações e podem contribuir para uma estratégia de defesa estruturada. Veja alguns exemplos de soluções de segurança de dados a seguir:

Ferramentas de criptografia de dados

Criptografar dados confidenciais os torna ilegíveis sem a chave certa. Essa pode ser uma última linha de defesa. No caso de outras medidas de segurança falharem e um invasor conseguir acessar os dados, eles permanecem ainda inutilizáveis.

Sistemas de prevenção contra perda de dados (DLP)

Os sistemas de prevenção contra perda de dados (data loss prevention, DLP) funcionam como um gatekeeper, detectando e bloqueando automaticamente as informações confidenciais que saem da rede, como em um email ou em um upload para a nuvem.

Plataformas de gerenciamento de identidades e acesso (IAM)

As plataformas de gerenciamento de identidades e acesso (identity and access management, IAM) usam políticas e tecnologias de autenticação e autorização para controlar quem pode acessar o quê. Elas são a primeira linha de defesa contra o acesso não autorizado a dados e sistemas confidenciais.

Plataformas de backup e resiliência de dados

Ter sistemas implementados para fazer o backup de dados confidenciais garante que eles possam ser recuperados. As plataformas de backup e resiliência de dados criam cópias seguras dos dados para que, em caso de violação ou ataque, uma organização ainda tenha suas informações e possa restaurar as atividades normais rapidamente.

Conclusão

Práticas sólidas de segurança de dados são cruciais para as empresas, pois: ajudam a prevenir repercussões legais, financeiras e de conformidade, ao mesmo tempo em que fortalecem a confiança dos clientes e a resiliência operacional. Conforme as ameaças e as práticas evoluem, as organizações devem estar preparadas para proteger suas informações confidenciais contra vários vetores de ataques adotando uma estratégia proativa e em diferentes níveis.

Perguntas frequentes sobre segurança de dados

1. Avaliação proativa de vulnerabilidade: avaliar regularmente os sistemas para identificar e eliminar as falhas de segurança antes que elas possam ser exploradas. Isso inclui conduzir avaliações de risco detalhadas e testes de penetração.

2. Controles de acesso avançados e criptografia: proteja os dados confidenciais, limitando estritamente quem pode acessá-los e tornando-os ilegíveis por meio de criptografia. Isso ajuda a garantir que os dados permaneçam protegidos mesmo que ocorra acesso não autorizado.

3. Monitoramento contínuo do sistema: mantenha a vigilância constante sobre as atividades do sistema e os logs de auditoria para detectar e responder a eventos atípicos ou suspeitos quase em tempo real, evitando que ameaças menores se intensifiquem.

4. Implementação de políticas e treinamento de pessoal: eduque aos colaboradores em segurança cibernética oferecendo treinamento constante em tópicos como phishing, higiene de senhas e manejo de dados. A implementação de políticas claras reforça uma forte cultura de segurança.

5. Relações seguras com terceiros: amplie os protocolos de segurança para todos os fornecedores e parceiros terceirizados. Garanta que eles obedeçam a padrões rigorosos de segurança para proteger os dados durante toda a cadeia de fornecedores.

Com frequência, os quatro componentes da segurança de dados são chamados de "Tríade de CIA" (confidentiality, integrity, availability), junto com um quarto elemento (accountability) que se concentra na segurança proativa.

Eles são:

  1. Confidencialidade: para garantir que os dados confidenciais sejam mantidos privados e acessíveis apenas por usuários autorizados. Isso pode ser feito pelo uso de criptografia e controles de acesso. 

  2. Integridade: para garantir que os dados permaneçam confiáveis e precisos. A manutenção da integridade dos dados requer ferramentas capazes de monitorar os dados em relação a eventuais alterações ou corrupção.

  3. Disponibilidade: para garantir que os dados e os sistemas que os acessam estejam disponíveis de forma confiável e consistente para usuários autorizados quando necessário. A disponibilidade exige que os sistemas permaneçam em funcionamento, evitando interrupções, como tempo de inatividade ou interrupções de serviço, usando backups de dados e sistemas redundantes.

  4. Responsabilidade (ou auditoria) é o mais recente fator adicional da tríade. Monitorar sistemas e logs de auditoria permite controlar as ações relacionadas aos dados e como eles são usados, de forma a rastrear as ações de um usuário. Ter o registo de quem acessou, alterou ou excluiu dados pode ser fundamental para detectar e responder a incidentes e manter a conformidade regulatória.

Embora existam muitos tipos de ameaças e pontos de acesso a dados confidenciais, as vulnerabilidades humanas são consideradas as ameaças mais comuns e prejudiciais à segurança de dados. Isso porque ataques como engenharia social ou phishing podem enganar e tirar proveito da psicologia humana, mesmo quando um sistema é tecnicamente sólido e difícil de ser violado. Quando um invasor obtém informações confidenciais, ele pode comprometer os sistemas de segurança em escala maior, como instalar malware (incluindo ransomware) e procurar e explorar dados confidenciais. Embora existam também diversas ameaças técnicas, o elemento humano é, com frequência, considerado o ponto de entrada mais comum para incidentes de segurança de dados.

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